Por que não dá certo manter sites?

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O projeto do novo site começa, com todo apoio e orçamento. Todos se preocupam em definir o público-alvo, planejar cuidadosamente o escopo, desenvolver e finalizar o projeto. Apenas um esquecimento básico: quem vai gerenciá-lo, depois que nascer?

O desafio começa quando o site é publicado, porque é nessa fase que chega a hora da verdade. Os usuários começam a navegar, dar sugestões, interagir. Afinal, como lidamos com um meio interativo, não poderia ser diferente. O retorno do público é básico e essencial. Essa é uma das grandes vantagens dos canais digitais, porque cada clique pode dar dicas do comportamento. Os usuários são cada vez mais ativos porque têm capacidade de escolha.

Muitas empresas investem seus esforços na fase de projetar o canal. Nessa etapa, o usuário existe apenas a partir de suposições. Depois de pronto, o site entra em uma etapa mais passiva, de manutenção. Costuma-se atualizar o que existe, sem preocupação em produzir mudanças.

É quase impossível prever tudo antes: é justamente quando é publicado que um site deve mudar. Para dar certo, é necessário verificar o comportamento real dos usuários e adequar o que foi planejado. Muitas vezes, pequenas melhorias geram grandes resultados.

É necessário analisar se o que foi projetado corresponde à realidade e mudar o rumo, se for o caso. Se isso não acontecer, pode haver um desperdício dos recursos investidos no projeto por não alcançar os resultados desejados. É muito difícil dar um único tiro e acertar o alvo, sem conhecê-lo muito bem.

A mudança de paradigma é migrar do ponto de vista da empresa para uma análise que leve também em consideração o comportamento do usuário. As discussões podem ser baseadas em números e na interação com o público.

Por tudo isso, a abordagem correta é a de melhoria contínua. É necessário ter um plano de ação com base na análise do comportamento dos usuários. E preciso gerenciar o canal e não apenas mantê-lo. Não se pode deixar parado um meio que é intrinsecamente dinâmico. Manter o que existe é pouco. É preciso evoluir.

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